Poesia de Vítor Teodósio
terça-feira, 28 de julho de 2020
78.
Eu, poeta exangue
De miserável ofício
Voo no vento faminto
Que vai mordendo os limites
Da cidade que outrora foi interior
E que hoje se declara apenas
Residência de demónios
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2008-2012
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66. Sei que da noite não regresso Contudo, transporto ainda nas veias A infecção latente dos teus beijos
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