Poesia de Vítor Teodósio
terça-feira, 28 de julho de 2020
63.
Cheiro, papel, memórias, histórias
Quão pobre é a sequência numérica
Abomino os
interfaces
, canais, os absurdos
São mudos os fluxos, intrusos globais
Fatais, encerram a morte,
Pura reverência ao mal universal
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Aqui Onde Os Relógios Mal Respiram
2008-2012
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(sem nome)
69. Hoje, por fim, o anúncio Desta Primavera rastejante O pássaro tardio, um túnel Da madrugada secular Esperada em granito e ...
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66. Sei que da noite não regresso Contudo, transporto ainda nas veias A infecção latente dos teus beijos
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