Poesia de Vítor Teodósio
terça-feira, 28 de julho de 2020
27.
Espreme a borbulha
Fagulha acesa no rosto
O rasto da sorte
A dúzia dos anos
Aviva o intenso desnorte
O desejo aéreo, etéreo
Que a sul tem morada
E nada, já nada produz
Sem comentários:
Enviar um comentário
Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Aqui Onde Os Relógios Mal Respiram
2008-2012
(sem nome)
64. Noite, o vertical caminho Prisão solar nas algibeiras Procurei migalhas de estrelas Entrelacei os nomes Das coisas que fal...
(sem nome)
69. Hoje, por fim, o anúncio Desta Primavera rastejante O pássaro tardio, um túnel Da madrugada secular Esperada em granito e ...
(sem nome)
66. Sei que da noite não regresso Contudo, transporto ainda nas veias A infecção latente dos teus beijos
Sem comentários:
Enviar um comentário